10/16/2020
1/23/2020
Dicas para passar na prova dissertativa/ redação de concursos de professores
Dicas principais para aqueles que querem passar na tão temida prova dissertativa e redação.
1) Estude para o concurso: parece obvio, mas é o ponto de partida para ter uma boa nota na prova dissertativa. Como as perguntas das dissertativas são baseadas na bibliografia, se o candidato não conhece os temas abordados dará respostas em desacordo com a proposta da rede e será eliminado. - Os erros aqui são 2:
(A) Não conhece a legislação cobrada e responde dizendo coisas que são contra essas leis (desrespeita o ECA, a LDB, a Constituição).
- Não conhece o que dizem os autores cobrados e escreve coisas que não tem nada a ver com a proposta deles ou da rede em que se pretende trabalhar (conheça a proposta da rede/ partido na qual ela está sendo regida)
2) Saiba o que vão cobrar na correção da sua prova: cada edital tem descritos os itens que serão avaliados e qual o desconto da nota em caso de erros nesses itens. Os principais itens avaliados na prova dissertativa são:
- Estrutura: o conteúdo apresentado pelo candidato deve ser um texto predominantemente dissertativo-argumentativo, devendo constituir-se de um conjunto articulado de ideias relacionadas ao tema proposto.
- Conteúdo: análise das ideias fundamentais do texto observando a fidelidade ao tema proposto; consistência e relevância argumentativa; progressão temática; e senso crítico do candidato.
- Expressão: atenção máxima à contribuição ideativa do candidato, avaliando a sua adequação vocabular ao tema.
- Correção formal:Ortografia/Acentuação/Propriedade Vocabular/Morfossintaxe/ Pontuação/Elementos de Coesão.
Isso significa que se você descumprir um desses itens, acima, perderá uma parte dos pontos da questão ou da redação, mas não a nota toda.
3) Seja objetivo: não enrole na hora de escrever e evitará mais erros. Se não souber nada sobre o assunto cobrado, em vez de enrolar, dê uma olhada na prova objetiva e procure para ver se algum autor fala daquele assunto, assim você verá qual a linha deve seguir.
4) Não copie trechos da prova objetiva: nunca copie partes da prova para usar na redação. Na maioria dos editais isso desclassifica o candidato.
5) Faça o rascunho: nunca escreva direto na folha definitiva sua prova dissertativa. Primeiro faça um rascunho (eles sempre dão uma folha para isso), leia, corrija e só depois passe para a folha definitiva.
6) Atenção aos detalhes: número mínimo e máximo de linhas, se tem que assinar ou não a folha da redação, qual a cor da caneta que é permitida, se tem que por título ou não na redação, são alguns dos itens em que você deve ficar atento. Por isso é sempre importante ler o edital. Em muitos concursos, é atribuída nota ZERO a prova dissertativa que:
a) fugir à modalidade de texto solicitada e/ou ao tema proposto;
b) apresentar textos sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em versos) ou qualquer fragmento de texto escrito fora do local apropriado;
c) for assinada fora do local apropriado;
d) apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato;
e) for escrita a lápis, em parte ou em sua totalidade;
f) estiver em branco;
g) apresentar letra ilegível e/ou incompreensível.
7) Cuidado com o tempo: normalmente o tempo fica curto para fazer a prova dissertativa e objetiva no mesmo dia. Minha dica é:
- Quando você receber as provas já faça o rascunho da dissertativa;
- Depois faça as objetivas que você conseguir;
- Passe as objetivas que você conseguiu fazer para o gabarito definitivo;
- Leia o rascunho da dissertativa e passe para a folha definitiva;
- Use os momentos que sobrarem para tentar fazer as questões da objetiva que você ficou com dúvida.
E que Deus te abençoe e te dê uma boa prova!
1/13/2020
Pode-se alfabetizar na Educação Infantil?
A polêmica sobre ensinar ou não as crianças a ler e a escrever já na Educação Infantil tem origem em pressupostos diferentes a respeito de várias questões. Entre elas:
■ O que é alfabetização? Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.
■ Como se aprende a ler e escrever? Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo, no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita, para que as crianças delas participem e recebam informações contextualizadas.
■ O que é a escrita? Há quem defenda ser um simples código de transcrição da fala e os que acreditam ser ela um sistema de representação da linguagem, um objeto social complexo com diferentes usos e funções.
Em razão desses diferentes pressupostos, alguns educadores receiam a antecipação de práticas pedagógicas tradicionais do Ensino Fundamental antes dos 6 anos (exercícios de prontidão, cópia e memorização) e a perda do lúdico. Como se a escrita entrasse por uma porta e as atividades com outras linguagens (música, brincadeira, desenho etc.) saíssem por outra. Por outro lado, há quem valorize a presença da cultura escrita na Educação Infantil por entender que para o processo de alfabetização é importante a criança ter familiaridade com o mundo dos textos.
Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.
Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.
Grande parte das crianças da escola pública depende desse espaço para ter acesso a esse patrimônio cultural. A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das crianças. Ao democratizar o acesso à cultura escrita, ela contribui para minimizar diferenças socioculturais. Para que os alunos aprendam a ler e a escrever, é preciso que participem de atos de leitura e escrita desde o início da escolarização. Se a Educação Infantil cumprir seu papel, envolvendo os pequenos em atividades que os façam pensar e compreender a escrita, no final dessa etapa eles estarão naturalmente alfabetizados (ou aptos a dar passos mais ousados em seus papéis de leitores e escritores)".
Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.
Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.
Grande parte das crianças da escola pública depende desse espaço para ter acesso a esse patrimônio cultural. A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das crianças. Ao democratizar o acesso à cultura escrita, ela contribui para minimizar diferenças socioculturais. Para que os alunos aprendam a ler e a escrever, é preciso que participem de atos de leitura e escrita desde o início da escolarização. Se a Educação Infantil cumprir seu papel, envolvendo os pequenos em atividades que os façam pensar e compreender a escrita, no final dessa etapa eles estarão naturalmente alfabetizados (ou aptos a dar passos mais ousados em seus papéis de leitores e escritores)".
12 Dicas para contar boas histórias:

1- Escolha a história;
2- Conheça o público espectador;
3- Sobre o Espaço:
- Organize o ambiente e as acomodações;
- Certifique-se se você estará visível para todos, se a acústica está compatível, e se a iluminação e a ventilação estão adequadas para a quantidade de espectadores;
4- Separe os Materiais;
(Fantoches/ imagens/ livros/ slides/ apresentações/ músicas/ figurino)
5- Conheça e comente sobre o autor;
6- Conte a história previamente para si mesmo algumas vezes;
7- Anuncie o título;
8- Sonde o conhecimento prévio dos espectadores sobre a história;
9- Olhe para todos os espectadores;
10- Use e abuse das expressões:
- Seja claro ao pronunciar as palavras;
- Use o tom de voz correto;
(Dramatize, dê diferentes vozes aos personagens, ruídos aos objetos, sons aos animais, gestos demonstrativos, expressões faciais ou pausas durante a leitura)
- Adeque o seu ritmo ao tempo disponível;
(Se for muito lento e com pausas prolongadas a audiência se dispersa. Se for muito rápido, especialmente para os menores, as crianças não conseguem acompanhar o enredo.)
11- Envolva o grupo:
- Peça para repitirem palavras/ frases;
- Convide-os a fazer sons/ gestos;
- Questione: “o que vocês acham que acontecerá?”
12- Exponha o que você concluiu;
(Enfatize a ideia principal/ moral/ objetivo. Dê um desfecho, use uma expressão/ um termo conclusivo ou ainda faça uma pergunta retórica)
Em uma roda de conversa posterior a história recorde os pontos principais, os personagens e a sequência em que os episódios ocorreram, preferencialmente de uma maneira criativa, para certificar-se da compreensão do texto!
Se você tiver alguma dúvida ou se puder compartilhe a sua experiência nos comentários abaixo.
Abraços e boas histórias para você!
10/19/2019
A Educação como Prática para a Liberdade
A Pedagogia do Oprimido é
um dos mais conhecidos trabalhos do educador e filósofo brasileiro Paulo
Freire. O livro propõe uma pedagogia crítica
com uma nova roupagem de relacionamento entre professor, estudante, e sociedade
propondo a dialogicidade. As questões e problemas principais da educação são
questões políticas. Para ele, a educação e o sistema de ensino não modificam a
sociedade, mas a sociedade é que pode mudar o sistema instrucional. O sistema
educacional pode ter um papel de destaque numa revolução cultural. Ele chama de
revolução a consciente participação do povo. Logo, a pedagogia crítica, como
uma constante, contribui para revelar a ideologia esquecida na consciência das
pessoas. Freire destaca a revolução. Mas o que pode ser feito antes da
revolução? Ele propõe a distinção entre “ação cultural” e “revolução cultural”.
Para ele a ação cultural é desenvolvida em oposição à elite que controla o
poder e a revolução cultural ocorre em completa harmonia com o regime
revolucionário.
Aspira-se
sobre o oprimido e o opressor, no qual o opressor trata o oprimido como
“coisa”, desumanizando-o, e o fazendo sentir-se menos do que ele realmente é.
Faz críticas à educação bancária, em que o professor é o detentor do saber,
sendo um mero transmissor de conteúdo, e o aluno um banco, o qual ele deposita
o conhecimento e depois saca. Mas a grande questão é a aspiração do oprimido
que é a de ser o opressor. Por isso é preciso reconhecer, desvelar e depois
transformar o mundo pela palavra, reconquistando o seu direito ao diálogo. “Ninguém
liberta ninguém, os homens libertam-se em comunhão. ”
Freire
descreve o que ele acredita ser a forma de desenvolver a educação como uma
prática para a liberdade. A mudança acontece pela educação libertadora, que é a
ação de alfabetizar e conscientizar, sendo este um comprometimento político
cultural na alfabetização, por meio de uma ação histórica autêntica e crítica,
que é o ensinar junto ao aluno e não apenas para o aluno. Originado de uma
situação gnosiológica, que é o conhecimento que se adquire por meio da
investigação de temas geradores. A alfabetização brasileira nesta década parte
de um currículo engessado que torna ainda mais desafiadora essa tarefa de
educar para a liberdade. Todavia devemos ter como premissa a realidade dos
educandos e problematizar o mundo deles, pois, assim como afirma Freire, se a
nossa ação estiver sacrificada a palavra será vã, se a reflexão estiver
sacrificada será ativismo.
A ação
e a reflexão da palavra problematizam o mundo e o mundo problematizado o
transforma. Na comunidade carente é assim, primeiro se conhece, por meio da
palavra, do diálogo se aproxima da realidade e experiências vividas, do tema
gerador, no qual deve se embasar nossas estratégias metodológicas para o
processo de conscientização da realidade vivida. Ou seja, os conteúdos e
projetos deveriam ser resultados de uma metodologia dialógica, em que cada indivíduo
do grupo envolvido na ação pedagógica contribui com suas ideias sobre o que se
quer ensinar, ainda que de maneira rudimentar. Sendo este o ponto de partida
para a codificação e descodificação. A educação deve humanizar o educando e
libertá-lo com a práxis, que é o ato de ação-reflexão-ação, por meio do
diálogo, porque não há pedagogia sem transformação.
O
educando é o protagonista, e deve estabelecer uma relação de intercomunicação,
uma prática dialógica que exige coragem, humildade, compromisso e fé. Que é o
crer no outro, poder criar, recriar e transformar. O homem não pode ser
entendido fora de suas relações com o mundo, já que é um ser do trabalho da
transformação deste. Cada educando é um indivíduo único com potencialidades
inigualáveis e com experiências únicas que devem ser ouvidas, analisadas e
consideradas, podendo até ser debatidas em classe para a reflexão coletiva. Na
práxis a dimensão histórica das práticas é um dever e as relações sociais que
são produtoras da sociabilidade humana, sendo estas fundamentais, portanto para
a educação.
Essa
transformação também deve libertar o oprimido de uma cultura escravista e enraizada,
libertá-lo da arbitrariedade do opressor, dando-lhe voz por meio de um diálogo
crítico, que independe do nível de percepção da realidade em que cada sujeito
se encontra, deve buscar a consciência de ser inacabado que é. devendo adequar-se
às suas necessidades reais na sociedade fazendo um movimento constante em busca
da desalienação e humanização.
Sabe-se
que a educação bancária já esteve mais presente, porém ainda são encontrados resquícios
desse ensino depositário no qual formos formados, nos libertamos e hoje somos
agentes de formação e temos como papel fundamental problematizar a realidade de
nossos educandos, visando a educação como prática para a liberdade.
“Não
se trata de autolibertação, mas de homens que se libertam em comunhão. ”
Sem o
diálogo não há compreensão da realidade. O diálogo é capaz de gerar um
pensamento crítico que impulsiona a transformação da vivencia e suas estruturas
sociais, que só acontece quando há o encontro significativo com o outro e
problematização de suas vivencias, no qual se solidarizam. Ele é o elemento
fundamental para uma ação transformadora. A dialogicidade é um ato de amor, que
está em comprometer-se com a sua causa. O amor é um diálogo, que se dá a partir
de duas ou mais pessoas pela palavra. E o amor só existe se neste houver ação e
reflexão para a transformação e libertação!
Finalmente, Paulo Feire (1921-1997) é distinto
educador brasileiro, com atuação e reconhecimentos internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de
adultos desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Defensor
dos menos favorecidos, que apoia o acesso à educação conscientizadora (levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em
favor da própria libertação), o direito a fala de todo cidadão, uma
educação moral, que independentemente da ideologia, acredita que todo cidadão é
livre pensante, possuí liberdade em suas escolhas religiosas e nas suas
relações sociais, defende uma educação que liberte a formadora, libertadora e construtora
de conhecimento através do diálogo e respeito. Ele lutou por uma formação
integral do sujeito, do ser humano em toda a sua totalidade.
Possivelmente, na atualidade, ele escreveria
sobre a violência, o feminismo, o “bullying”, os pré-conceitos e corrupção.
Defendendo o pensamento crítico, a liberdade, a ação, reflexão e o respeito,
problematizando essas realidades na sociedade. Seu legado somos nós!
O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS
Para
observar crianças precisamos treinar nosso olhar, determinar focos de
observação e desenvolver metodologias de registro para que possamos estar
atentos e perceber cada pequena habilidade adquirida que possibilitará novos
patamares no desenvolvimento global ou a detectar a necessidade de novos
desafios.
Os Cuidados Cotidianos
É
através dos cuidados cotidianos que o vínculo se forma. E é justamente o
vínculo que traz segurança e motivação para explorar e conhecer o mundo em que
o bebê acaba de chegar.
A
alimentação é uma parte importante e significativa dos cuidados cotidianos.
Alimentar é muito mais do que nutrir, um mundo inteiro de sensações, sabores
texturas e cheiros se abrem com a alimentação. Além de ser também uma atividade
social em que há regras e costumes a serem aprendidos.
A
liberdade de movimentos favorece o desenvolvimento da consciência corporal, a
noção de equilíbrio e movimento, ou seja, a coordenação motora global. Estudar
as etapas do desenvolvimento motor possibilita ao profissional acompanhar a
criança e saber se ela está se desenvolvendo de forma adequada ou se é
necessário buscar uma avaliação especializada. O desenvolvimento da autonomia
será uma conquista gradativa da criança que tem liberdade de movimentos. Como
acompanhar oferecendo tempo e espaço para que a autonomia verdadeiramente
aconteça?
O
conhecimento que a criança adquiri brincando livremente é algo que nenhum
adulto pode lhe oferecer, é a vivencia e a experimentação lúdica que irão
proporcionar as condições básicas para o desenvolvimento cognitivo, para o
pensar.
4/14/2018
1/08/2018
9/29/2017
Temas Transversais
Dentro dos Parâmetros Curriculares Nacionais Brasileiro, além de expor o currículo e diversas metodologias das disciplinas de Língua Portuguesa, Educação Física, Ciências Naturais, Matemática, História, Geografia e Artes. Também contempla os Temas Transversais (BRASIL, 1997)
7/10/2017
6/22/2017
4/27/2017
Minha reflexão sobre a leitura
A pior coisa que um professor poder fazer para um aluno é obrigá-lo a ler um bom livro, salvo aqueles que já têm gosto pela leitura. Uma boa literatura será lida com o maior desgosto e sem comprometimento. Quando algo é forçado não tem o mesmo sabor, acabamos por não aproveitar a magia impressa nas letras, não nos permitimos viajar e entrar na história, criando em nossas mentes a figura cativante das coisas escritas, não imaginamos os cenários e os personagens e não nos envolvemos nas narrativas. O correto é criar o desejo pela leitura.
O educador é aquele que estimula o aprendizado, não sabe de todas as coisas, todavia tem interesse por tudo!
Quem acumula conteúdo não pensa. O aprendiz é uma filha de papel em branco pronta para viver, experimentar e desenvolver seu conhecimento!
"Meu contato com a leitura começou muito cedo, meus pais sempre leram para mim e me proporcionaram um ambiente letrado.
Durante minha alfabetização, ganhei muitos gibis e revistinhas, contudo o primeiro livro que li, realmente, já na quinta série do ensino fundamental, foi O Pequeno Princípe, foi uma viagem incrível, até hoje me lembro da história e me emociono. Como eu o li? Em casa, em um local que mais me sentia a vontade, no meu quarto, era um livro pequeno, e mesmo assim a princípio relutei, mas me desafiei a pelo menos começar a ler, quando vi já tinha lido um capítulo inteiro sem perceber, havia perdido a noção do tempo na leitura. Pronto, durante duas semanas seguidas ininterruptamente no intervalo das aulas lia livros. Como sempre tive amigos, não foi fácil me isolar naquela pequena escola. Quando terminei o livro, já era tarde de mais, já estava apaixonada pela leitura, o resto do ano foi regado a Monteiro Lobado e contos de Green, e continuei avançando nos livros literários (Camões, José de Alencar, Gonçalves Dias, Aluísio de Azevedo, Raul Pompéia, Shakespeare, John Locke, Cecília Meireles, Arthur Conan Doyle, Carlos Drummond de Andrade, Thomas More, Fernando Pessoa -e seus heterônimos - Gil Vicente, etc)."
Acredito que a Bíblia é um livro escrito por homens inspirados por Deus, para os cristãos, para o povo de Israel, é histórico, mas sem sentido algum para outros... Mas eu lhes faço um desafio:
Comece a lê-la por Provérbios, sei que falará com você até sobre os dias atuais, pois considero, a Bíblia, um livro VIVO, pois cada vez que o leio revela algo novo para mim, além de que podemos interagir com o Autor enquanto Lemos!
Boa leitura!
#Leia
#AmoLer
#Bíblia
#BocaDeDeus
#EleVive
O educador é aquele que estimula o aprendizado, não sabe de todas as coisas, todavia tem interesse por tudo!
Quem acumula conteúdo não pensa. O aprendiz é uma filha de papel em branco pronta para viver, experimentar e desenvolver seu conhecimento!
"Meu contato com a leitura começou muito cedo, meus pais sempre leram para mim e me proporcionaram um ambiente letrado.
Durante minha alfabetização, ganhei muitos gibis e revistinhas, contudo o primeiro livro que li, realmente, já na quinta série do ensino fundamental, foi O Pequeno Princípe, foi uma viagem incrível, até hoje me lembro da história e me emociono. Como eu o li? Em casa, em um local que mais me sentia a vontade, no meu quarto, era um livro pequeno, e mesmo assim a princípio relutei, mas me desafiei a pelo menos começar a ler, quando vi já tinha lido um capítulo inteiro sem perceber, havia perdido a noção do tempo na leitura. Pronto, durante duas semanas seguidas ininterruptamente no intervalo das aulas lia livros. Como sempre tive amigos, não foi fácil me isolar naquela pequena escola. Quando terminei o livro, já era tarde de mais, já estava apaixonada pela leitura, o resto do ano foi regado a Monteiro Lobado e contos de Green, e continuei avançando nos livros literários (Camões, José de Alencar, Gonçalves Dias, Aluísio de Azevedo, Raul Pompéia, Shakespeare, John Locke, Cecília Meireles, Arthur Conan Doyle, Carlos Drummond de Andrade, Thomas More, Fernando Pessoa -e seus heterônimos - Gil Vicente, etc)."
Acredito que a Bíblia é um livro escrito por homens inspirados por Deus, para os cristãos, para o povo de Israel, é histórico, mas sem sentido algum para outros... Mas eu lhes faço um desafio:
Comece a lê-la por Provérbios, sei que falará com você até sobre os dias atuais, pois considero, a Bíblia, um livro VIVO, pois cada vez que o leio revela algo novo para mim, além de que podemos interagir com o Autor enquanto Lemos!
Boa leitura!
#Leia
#AmoLer
#Bíblia
#BocaDeDeus
#EleVive
2/23/2017
SUGESTÕES DE FILMES NA ÁREA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
DEFICIÊNCIA FÍSICA
1. Ferrugem e Osso
2. Espíritos Indômitos
3. Amargo Regresso
4. Carne trêmula
5. Feliz ano velho
6. Nascido em 4 de Julho
7. O óleo de Lorenzo
8. O Homem Elefante
9. The Other Side of the Mountain – Uma janela para o céu (Parte 1 e 2)
10. Dr. Fantástico
11. Johnny vai à guerra
12. Meu pé esquerdo
13. Inside I’m Dancing
14. The Best Years of Our Lives
15. Mar Adentro
16. Murderball
17. As sessõoes
18. Intocáveis
19. Gabi, uma história verdadeira.
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
1. A música e o silêncio
2. Filhos do silêncio (Children of a lesser God, 1986)
3. Adorável professor (Mr.Holland’s opus)
4. O piano
5. O país dos surdos
6. The Dancer
7. Black
8. O filme surdo de Beethoven
9. O segredo de Beethoven
10. Los amigos
11. Querido Frankie
12. Tortura silenciosa
13. And Now Tomorrow
14. Cop Land
15. And Your Name Is Jonah
16. Sweet nothing in my ear
17. Personal Effects
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/COGNITIVA
1. City Down
2. Forrest Gump, o contador de histórias
3. Gaby, uma história verdadeira
4. Gilbert Grape – Aprendiz de sonhador
5. Meu filho, meu mundo
6. Benny & Joon: Corações em conflito
7. Dominick and Eugene (Nicky and Gino)
8. O Enigma de Kaspar Hauser
9. O guardião de memórias
10. O oitavo dia
11. Simples como amar
12. Uma lição de amor
13. Shine – Brilhante
14. Mozart and the Whale (Loucos de amor) (en)
15. O óleo de Lorenzo
16. Eu me chamo Elisabeth
17. Inside I’m Dancing (en)
18. Meu nome é Radio
19. O Primeiro da Classe (Front of the class / Síndrome de Tourette)
DEFICIÊNCIA VISUAL
1. O Sino de Anya
2. Além dos meus olhos
3. Perfume de mulher
4. À primeira vista
5. Dançando no escuro
6. Demolidor
7. Castelos de gelo
8. Ray
9. Quando só o coração vê
10. Um clarão nas trevas
11. Jennifer 8 – A próxima vítima
12. La symphonie pastorale
13. Vermelho como o céu
14. Eu Não Quero Voltar Sozinho
DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
1. Amy
2. O Escafandro e a Borboleta
3. Helen Keller and Her Teacher
4. O milagre de Anne Sullivan (br) / O milagre de Helen Keller (pt)
5. The Unconquered (Helen Keller in Her Story)
6. Cegos, surdos e loucos
7. Sob suspeita
8. Uma lição de amor
9. Experimentando a vida
10. Black
11. Borboletas de Zagorsk
AUTISMO
1. Meu amargo pesadelo
2. Meu filho, meu mundo
3. O garoto que podia voar
4. Rain man
5. Gilbert Grape: aprendiz de sonhador
6. Retratos de família
7. Testemunha do silêncio
8. Prisioneiro do silêncio
9. A sombra do piano
10. A lenda do pianista do mar
11. Código para o inferno
12. Ressurreição
13. Experimentando a vida
14. Uma viagem inesperada
15. Loucos de amor
16. Um certo olhar
17. Um amigo inesperado
18. O nome dela é Sabine
19. Ben X: a fase final
20. Autismo: o musical
21. Sei que vou te amar
22. Mary e Max: uma amizade diferente
23. A menina e o cavalo
24. A mother’s courage: talking back to autism
25. Adam
26. Temple Grandin
27. Meu nome é Khan
28. Ocean Heaven
29. Um time especial
30. Tão forte, tão perto
31. Arthur e o infinito: um olhar sobre o autismo
32. White frog
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