2/01/2021

Placas de Combinados - Turma da Mônica, COVID-19

 #Placa  #Combinado #COVID-19 #Coronavírus #educação #escola #infantil #alfabetização #criança #Saladeaula #classe #mural #decoracao #conscientização #ensinohibrido














1/29/2021

Caderno de Experiências

 #BrincadeirasTradicionais

#BrincadeirasBrasileiras

#CulturaBrincante

#AtividadeEducacaoInfantil

#PreEscola

#Criança


















12/29/2020

Eletivas

 As Eletivas são disciplinas temáticas oferecidas semestralmente. São de livre escolha dos estudantes e oferecem a possibilidade de diversificar, aprofundar e enriquecer as experiências escolares e de expandir os estudos relativos às áreas de conhecimento contempladas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sempre em articulação com os interesses dos estudantes.

Entre os objetivos das Eletivas, estão:

  • Aprofundar, enriquecer e ampliar conceitos, procedimentos ou temáticas relativos a uma disciplina ou a uma área de conhecimento.
  • Proporcionar o desenvolvimento de projetos relacionados aos interesses dos estudantes e da comunidade a que pertencem.
  • Desenvolver a autonomia e a capacidade de tomada de decisões.
  • Promover a aquisição de competências relevantes para a vida.

Essas Eletivas são oferecidas conforme os interesses e o Projeto de Vida dos estudantes mapeados no início de cada ano letivo, em sintonia com o projeto político pedagógico da escola e as potencialidades da comunidade em que ela se insere.

Constituem-se como um componente curricular, já que têm garantidos tempos e espaços na dinâmica das atividades pedagógicas da escola, envolvem as áreas de conhecimento e pressupõem a diversificação de situações didáticas

1/23/2020

Dicas para passar na prova dissertativa/ redação de concursos de professores


Dicas principais para aqueles que querem passar na tão temida prova dissertativa e redação.

1) Estude para o concurso: parece obvio, mas é o ponto de partida para ter uma boa nota na prova dissertativa. Como as perguntas das dissertativas são baseadas na bibliografia, se o candidato não conhece os temas abordados dará respostas em desacordo com a proposta da rede e será eliminado.         - Os erros aqui são 2:
 (A) Não conhece a legislação cobrada e responde dizendo coisas que são contra essas leis (desrespeita o ECA, a LDB, a Constituição).

- Não conhece o que dizem os autores cobrados e escreve coisas que não tem nada a ver com a proposta deles ou da rede em que se  pretende trabalhar (conheça a proposta da rede/ partido na qual ela está sendo regida)


2) Saiba o que vão cobrar na correção da sua prova: cada edital tem descritos os itens que serão avaliados e qual o desconto da nota em caso de erros nesses itens. Os principais itens avaliados na prova dissertativa são:
- Estrutura: o conteúdo apresentado pelo candidato deve ser um texto predominantemente dissertativo-argumentativo, devendo constituir-se de um conjunto articulado de ideias relacionadas ao tema proposto.

- Conteúdo: análise das ideias fundamentais do texto observando a fidelidade ao tema proposto; consistência e relevância argumentativa; progressão temática; e senso crítico do candidato.

- Expressão: atenção máxima à contribuição ideativa do candidato, avaliando a sua adequação vocabular ao tema.

- Correção formal:Ortografia/Acentuação/Propriedade Vocabular/Morfossintaxe/ Pontuação/Elementos de Coesão.

Isso significa que se você descumprir um desses itens, acima, perderá uma parte dos pontos da questão ou da redação, mas não a nota toda.


3) Seja objetivo: não enrole na hora de escrever e evitará mais erros. Se não souber nada sobre o assunto cobrado, em vez de enrolar, dê uma olhada na prova objetiva e procure para ver se algum autor fala daquele assunto, assim você verá qual a linha deve seguir.


4) Não copie trechos da prova objetiva: nunca copie partes da prova para usar na redação. Na maioria dos editais isso desclassifica o candidato.


5) Faça o rascunho: nunca escreva direto na folha definitiva sua prova dissertativa. Primeiro faça um rascunho (eles sempre dão uma folha para isso), leia, corrija e só depois passe para a folha definitiva.


6) Atenção aos detalhes: número mínimo e máximo de linhas, se tem que assinar ou não a folha da redação, qual a cor da caneta que é permitida, se tem que por título ou não na redação, são alguns dos itens em que você deve ficar atento. Por isso é sempre importante ler o edital.  Em muitos concursos, é  atribuída nota ZERO a prova dissertativa que:
a) fugir à modalidade de texto solicitada e/ou ao tema proposto;

b) apresentar textos sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em versos) ou qualquer fragmento de texto escrito fora do local apropriado;

c) for assinada fora do local apropriado;

d) apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato;

e) for escrita a lápis, em parte ou em sua totalidade;

f) estiver em branco;

g) apresentar letra ilegível e/ou incompreensível.


7) Cuidado com o tempo: normalmente o tempo fica curto para fazer a prova dissertativa e objetiva no mesmo dia. Minha dica é:
 - Quando você receber as provas já faça o rascunho da dissertativa;

- Depois faça as  objetivas que você conseguir;

- Passe as objetivas que você conseguiu fazer para o gabarito definitivo;

- Leia o rascunho da dissertativa e passe para a folha definitiva;

- Use os momentos que sobrarem para tentar fazer as questões da objetiva que você ficou com dúvida.


E que Deus te abençoe e te dê uma boa prova!

1/13/2020

Pode-se alfabetizar na Educação Infantil?



Por Regina Scarpa, que é coordenadora pedagógica da Fundação Victor Civita.

A polêmica sobre ensinar ou não as crianças a ler e a escrever já na Educação Infantil tem origem em pressupostos diferentes a respeito de várias questões. Entre elas:

■ O que é alfabetização? Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.

■ Como se aprende a ler e escrever? Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo, no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita, para que as crianças delas participem e recebam informações contextualizadas.

■ O que é a escrita? Há quem defenda ser um simples código de transcrição da fala e os que acreditam ser ela um sistema de representação da linguagem, um objeto social complexo com diferentes usos e funções.
Em razão desses diferentes pressupostos, alguns educadores receiam a antecipação de práticas pedagógicas tradicionais do Ensino Fundamental antes dos 6 anos (exercícios de prontidão, cópia e memorização) e a perda do lúdico. Como se a escrita entrasse por uma porta e as atividades com outras linguagens (música, brincadeira, desenho etc.) saíssem por outra. Por outro lado, há quem valorize a presença da cultura escrita na Educação Infantil por entender que para o processo de alfabetização é importante a criança ter familiaridade com o mundo dos textos.

Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.

Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.

Grande parte das crianças da escola pública depende desse espaço para ter acesso a esse patrimônio cultural. A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das crianças. Ao democratizar o acesso à cultura escrita, ela contribui para minimizar diferenças socioculturais. Para que os alunos aprendam a ler e a escrever, é preciso que participem de atos de leitura e escrita desde o início da escolarização. Se a Educação Infantil cumprir seu papel, envolvendo os pequenos em atividades que os façam pensar e compreender a escrita, no final dessa etapa eles estarão naturalmente alfabetizados (ou aptos a dar passos mais ousados em seus papéis de leitores e escritores)".

12 Dicas para contar boas histórias:


1- Escolha a história;

2- Conheça o público espectador;

3- Sobre o Espaço:
- Organize o ambiente e as acomodações;
- Certifique-se se você estará visível para todos, se a acústica está compatível, e se a iluminação e a ventilação estão adequadas para a quantidade de espectadores;

4- Separe os Materiais;
(Fantoches/ imagens/ livros/ slides/ apresentações/ músicas/ figurino)

5- Conheça e comente sobre o autor;

6- Conte a história previamente  para si mesmo algumas vezes;

7- Anuncie o título;

8- Sonde o conhecimento prévio dos espectadores sobre a história;

9- Olhe para todos os espectadores;

10- Use e abuse das expressões:
- Seja claro ao pronunciar as palavras;
- Use o tom de voz correto;
(Dramatize, dê diferentes vozes aos personagens, ruídos aos objetos, sons aos animais, gestos demonstrativos, expressões faciais ou pausas durante a leitura)
- Adeque o seu ritmo ao tempo disponível;
(Se for muito lento e com pausas prolongadas a audiência se dispersa. Se for muito rápido, especialmente para os menores, as crianças não conseguem acompanhar o enredo.)

11- Envolva o grupo:
- Peça para repitirem palavras/ frases;
- Convide-os a fazer sons/ gestos;
- Questione: “o que vocês acham que acontecerá?”

12- Exponha o que você concluiu;
(Enfatize a ideia principal/ moral/ objetivo. Dê um desfecho, use uma expressão/ um termo conclusivo ou  ainda faça uma pergunta retórica)

Em uma roda de conversa posterior a história recorde os pontos principais, os personagens e a sequência em que os episódios ocorreram, preferencialmente de uma maneira criativa, para certificar-se da compreensão do texto!

Se você tiver alguma dúvida ou se puder compartilhe a sua experiência nos comentários abaixo.

Abraços e boas histórias para você!

10/19/2019

A Educação como Prática para a Liberdade


A Pedagogia do Oprimido é um dos mais conhecidos trabalhos do educador e filósofo brasileiro Paulo Freire. O livro propõe uma pedagogia crítica com uma nova roupagem de relacionamento entre professor, estudante, e sociedade propondo a dialogicidade. As questões e problemas principais da educação são questões políticas. Para ele, a educação e o sistema de ensino não modificam a sociedade, mas a sociedade é que pode mudar o sistema instrucional. O sistema educacional pode ter um papel de destaque numa revolução cultural. Ele chama de revolução a consciente participação do povo. Logo, a pedagogia crítica, como uma constante, contribui para revelar a ideologia esquecida na consciência das pessoas. Freire destaca a revolução. Mas o que pode ser feito antes da revolução? Ele propõe a distinção entre “ação cultural” e “revolução cultural”. Para ele a ação cultural é desenvolvida em oposição à elite que controla o poder e a revolução cultural ocorre em completa harmonia com o regime revolucionário.
Aspira-se sobre o oprimido e o opressor, no qual o opressor trata o oprimido como “coisa”, desumanizando-o, e o fazendo sentir-se menos do que ele realmente é. Faz críticas à educação bancária, em que o professor é o detentor do saber, sendo um mero transmissor de conteúdo, e o aluno um banco, o qual ele deposita o conhecimento e depois saca. Mas a grande questão é a aspiração do oprimido que é a de ser o opressor. Por isso é preciso reconhecer, desvelar e depois transformar o mundo pela palavra, reconquistando o seu direito ao diálogo. “Ninguém liberta ninguém, os homens libertam-se em comunhão. ”
Freire descreve o que ele acredita ser a forma de desenvolver a educação como uma prática para a liberdade. A mudança acontece pela educação libertadora, que é a ação de alfabetizar e conscientizar, sendo este um comprometimento político cultural na alfabetização, por meio de uma ação histórica autêntica e crítica, que é o ensinar junto ao aluno e não apenas para o aluno. Originado de uma situação gnosiológica, que é o conhecimento que se adquire por meio da investigação de temas geradores. A alfabetização brasileira nesta década parte de um currículo engessado que torna ainda mais desafiadora essa tarefa de educar para a liberdade. Todavia devemos ter como premissa a realidade dos educandos e problematizar o mundo deles, pois, assim como afirma Freire, se a nossa ação estiver sacrificada a palavra será vã, se a reflexão estiver sacrificada será ativismo.
A ação e a reflexão da palavra problematizam o mundo e o mundo problematizado o transforma. Na comunidade carente é assim, primeiro se conhece, por meio da palavra, do diálogo se aproxima da realidade e experiências vividas, do tema gerador, no qual deve se embasar nossas estratégias metodológicas para o processo de conscientização da realidade vivida. Ou seja, os conteúdos e projetos deveriam ser resultados de uma metodologia dialógica, em que cada indivíduo do grupo envolvido na ação pedagógica contribui com suas ideias sobre o que se quer ensinar, ainda que de maneira rudimentar. Sendo este o ponto de partida para a codificação e descodificação. A educação deve humanizar o educando e libertá-lo com a práxis, que é o ato de ação-reflexão-ação, por meio do diálogo, porque não há pedagogia sem transformação.
O educando é o protagonista, e deve estabelecer uma relação de intercomunicação, uma prática dialógica que exige coragem, humildade, compromisso e fé. Que é o crer no outro, poder criar, recriar e transformar. O homem não pode ser entendido fora de suas relações com o mundo, já que é um ser do trabalho da transformação deste. Cada educando é um indivíduo único com potencialidades inigualáveis e com experiências únicas que devem ser ouvidas, analisadas e consideradas, podendo até ser debatidas em classe para a reflexão coletiva. Na práxis a dimensão histórica das práticas é um dever e as relações sociais que são produtoras da sociabilidade humana, sendo estas fundamentais, portanto para a educação.
Essa transformação também deve libertar o oprimido de uma cultura escravista e enraizada, libertá-lo da arbitrariedade do opressor, dando-lhe voz por meio de um diálogo crítico, que independe do nível de percepção da realidade em que cada sujeito se encontra, deve buscar a consciência de ser inacabado que é. devendo adequar-se às suas necessidades reais na sociedade fazendo um movimento constante em busca da desalienação e humanização.
Sabe-se que a educação bancária já esteve mais presente, porém ainda são encontrados resquícios desse ensino depositário no qual formos formados, nos libertamos e hoje somos agentes de formação e temos como papel fundamental problematizar a realidade de nossos educandos, visando a educação como prática para a liberdade.
“Não se trata de autolibertação, mas de homens que se libertam em comunhão. ”
Sem o diálogo não há compreensão da realidade. O diálogo é capaz de gerar um pensamento crítico que impulsiona a transformação da vivencia e suas estruturas sociais, que só acontece quando há o encontro significativo com o outro e problematização de suas vivencias, no qual se solidarizam. Ele é o elemento fundamental para uma ação transformadora. A dialogicidade é um ato de amor, que está em comprometer-se com a sua causa. O amor é um diálogo, que se dá a partir de duas ou mais pessoas pela palavra. E o amor só existe se neste houver ação e reflexão para a transformação e libertação!
Finalmente, Paulo Feire (1921-1997) é distinto educador brasileiro, com atuação e reconhecimentos internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Defensor dos menos favorecidos, que apoia o acesso à educação conscientizadora (levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação), o direito a fala de todo cidadão, uma educação moral, que independentemente da ideologia, acredita que todo cidadão é livre pensante, possuí liberdade em suas escolhas religiosas e nas suas relações sociais, defende uma educação que liberte a formadora, libertadora e construtora de conhecimento através do diálogo e respeito. Ele lutou por uma formação integral do sujeito, do ser humano em toda a sua totalidade.
Possivelmente, na atualidade, ele escreveria sobre a violência, o feminismo, o “bullying”, os pré-conceitos e corrupção. Defendendo o pensamento crítico, a liberdade, a ação, reflexão e o respeito, problematizando essas realidades na sociedade. Seu legado somos nós!

O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS


Para observar crianças precisamos treinar nosso olhar, determinar focos de observação e desenvolver metodologias de registro para que possamos estar atentos e perceber cada pequena habilidade adquirida que possibilitará novos patamares no desenvolvimento global ou a detectar a necessidade de novos desafios.



Os Cuidados Cotidianos

É através dos cuidados cotidianos que o vínculo se forma. E é justamente o vínculo que traz segurança e motivação para explorar e conhecer o mundo em que o bebê acaba de chegar.

A alimentação é uma parte importante e significativa dos cuidados cotidianos. Alimentar é muito mais do que nutrir, um mundo inteiro de sensações, sabores texturas e cheiros se abrem com a alimentação. Além de ser também uma atividade social em que há regras e costumes a serem aprendidos.

A liberdade de movimentos favorece o desenvolvimento da consciência corporal, a noção de equilíbrio e movimento, ou seja, a coordenação motora global. Estudar as etapas do desenvolvimento motor possibilita ao profissional acompanhar a criança e saber se ela está se desenvolvendo de forma adequada ou se é necessário buscar uma avaliação especializada. O desenvolvimento da autonomia será uma conquista gradativa da criança que tem liberdade de movimentos. Como acompanhar oferecendo tempo e espaço para que a autonomia verdadeiramente aconteça?

O conhecimento que a criança adquiri brincando livremente é algo que nenhum adulto pode lhe oferecer, é a vivencia e a experimentação lúdica que irão proporcionar as condições básicas para o desenvolvimento cognitivo, para o pensar.

9/29/2017

Temas Transversais

Dentro dos Parâmetros Curriculares Nacionais Brasileiro, além de expor o currículo e diversas metodologias das disciplinas de Língua Portuguesa, Educação Física, Ciências Naturais,  Matemática, História, Geografia e Artes. Também contempla os Temas Transversais  (BRASIL, 1997)